SER INFANTIL

 

 

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Às vezes os melhores diálogos surgem de pequenas conversas com os nossos alunos. Como este em que um aluno diz a uma colega que era infantil por estar a brincar com um peluche. A partir daí gerou-se uma discussão com uns alunos a acusarem-se mutuamente de infantilidade ou a recusarem o adjectivo: vocês também são infantis porque jogam futebol; o futebol não é infantil pois é jogado por milhões de adultos; muitos adultos também brincam com peluches; e os spinners que vocês não largam, não são infantis?

Vamos então pôr ordem nisto. Afinal, o que é ser infantil?

Proposta de diálogo:

  1. Brincar com peluches é infantil?
  2. Jogar futebol é infantil?
  3. Brincar com spinners é infantil?

 

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4) Afinal, o que é ser infantil?

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A RAINHA DAS AVES

AVES

Por que escolhemos o que escolhemos? Normalmente escolhemos algo com base em critérios instintivos e imediatos, seja por que gostamos, ou porque os nossos amigos gostam, porque nos é familiar ou porque, simplesmente, nos parece bem.

No entanto, escolher alguma coisa implica pensar um pouco mais e melhor sobre o que nos deve levar a escolher alguma coisa. Implica saber quais os critérios que devemos ter em consideração para tomarmos uma escolha mais acertada.

Pensar sobre os critérios das nossas escolhas é, assim, uma competência de pensamento crítico fundamental que implica duas competências distintas: escolher esses critérios e perceber o que cumpre e não cumpre esses critérios.

Partindo do belíssimo livro “A rainha das aves” de Helen Ward (autora de “A lebre e a tartaruga“, editado em Portugal também pela Caminho) em que uma assembleia de centenas de aves procura escolher a sua rainha propomos aqui um exercício que leva os nossos alunos a pensarem sobre o que escolher e, mais importante, como devem fazer as suas escolhas. É também uma oportunidade de introduzirmos subtilmente na sua “Caixa de Ferramentas para Pensar” o conceito de “critério”.

1)Começamos por pedir aos alunos que desenham e pintem a ave que consideram que devia ser a Rainha das Aves e digam porquê. (ex: o pavão é bonito, a águia é veloz, etc.)

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2) Em seguida lemos a história até à altura em que uma das aves (o papagaio) pergunta: “Como é que escolhemos a rainha?”

Reparem que a pergunta não é “quem deve ser…”, mas “como é que escolhemos…”, ou seja, pede um critério de escolha. E é isso que devemos perguntar aos nossos alunos e pedir-lhes que justifiquem os critérios que avançarem:

Para os nossos alunos mais novos devemos procurar uma formulação mais fácil da pergunta anterior. Algo como: “A rainha das aves deve ser a mais…?

(alguns critérios avançados por alunos do 1º ano)

… veloz, porque assim chega mais rápido aos sítios.

…forte, para defender as outras.

…chique, para estar sempre bonita.

… corajosa, porque assim não tem medo dos predadores.

… perspicaz, para saber comunicar com todas as aves.

… inteligente, para saber tudo.

… a que tenha uma postura real, para mostrar que pode ser rainha.

… bonita, porque as rainhas são sempre bonitas.

… pequenina, porque se esconde mais facilmente.

… a que voa mais alto pois assim vê todas as aves e todas as vêem.

… que tenha um bocadinho disto tudo.

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3) Em seguida fazemos um diálogo sobre a importância e pertinência dos critérios avançados “ex. é importante uma rainha ser bonita?”)

e

4) procedemos à votação do critério mais adequado.

5) Em seguida, em pequenos grupos, os alunos devem indicar que ave melhor cumpre esse critério escolhido (aqui os ornitólogos da turma poderão brilhar).

No final da sessão lemos a história até ao fim até percebermos o critério que as aves usaram para escolher a sua rainha (depois de uma surpresa final!) e perguntamos se

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6) As aves usaram um bom critério para escolher a sua rainha?

PEQUENO AZUL E PEQUENO AMARELO

… e às vezes o livro perfeito vem parar às nossas mãos. “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” é esse livro.
Este que foi o primeiro livro do grande autor e ilustrador Leo Lionni (Frederico), criado em 1959 para os seus netos, é de uma simplicidade e beleza comoventes.

Duas manchas coloridas (o “Pequeno Azul” e o “Pequeno Amarelo”) vivem uma singela história com todo os condimentos de uma grande novela, capaz de deixar as crianças em suspenso quando os dois amigos se separam (onde estará? será que nunca mais se vão ver?), em lágrimas quando surgem mudados em frente aos pais e estes não os reconhecem e rejeitam (e agora? o que vai ser deles?) e, finalmente aliviados quando tudo acaba bem, com brincadeira e abraços como os nossos pequenos mais gostam.

Em Wednesday, da ilustradora francesa Anne Bertier, já tínhamos visto como as crianças são capazes de se emocionarem com os problemas e as aventuras de simples figuras geométricas, e agora vemos que fazem o mesmo com manchas de tinta.

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Qual será o segredo destas grandes histórias (e da literatura) que nos levam a dar vida e criarmos ligações tão fortes com simples manchas em papel? Só alguns conhecem o segredo e Leo Lionni, de alguma forma, descobriu-o em 1959 quando criou esta história para os seus netos.

Muito resumidamente “Pequeno Azul e Pequeno Amarelo” é a histórias de dois amigos o Azul e o Amarelo que por gostarem tanto um do outro, se abraçam com muita força e acabam por ficar os dois Verdes.

Só este tema das cores primárias e da mistura de cores fará as delícias de todas aquelas Educadoras de Infância mais criativas que tirarão desta história inúmeros pretextos para actividades “mão na massa” com plasticinas, lápis de cera, transparências coloridas, etc.

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No entanto, uma leitura atenta desta história pode mostrar-nos vários temas de interesse filosófico que poderemos aprofundar com os nossos alunos. Entre os que já experimentei em sala de aula e posso garantir que resultam bem estão os seguintes:

Eu e os Outros: “Os outros mudam quem eu sou?”

Qualidades Essenciais e Acidentais: “Eu sou aquilo que pareço?”

Lógica (pricípio da identidade): “Uma coisa pode ser duas coisas?”

Amizade: “A amizade torna-nos iguais?”

Identidade Pessoal: “O que é ser uma pessoa?”

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Estas são algumas das perguntas filosóficas de carácter mais geral que queremos que os nossos alunos pensem e discutam sobre elas. No entanto a nossa sessão estará condenada ao fracasso se as colocarmos “de chofre” aos nossos alunos, sobretudo aos mais novos.

Antes disso deveremos ir preparando terreno começando por explorar a capa e o título (“De que acham que nos vai falar esta história?”) ou, até mesmo, com alguma actividade prática muito simples, tal como pintar as duas personagens, o “Pequeno Azul” e o “Pequeno Amarelo” a lápis de cera, sobrepondo os desenhos quando as personagens se abraçam, etc. Desta forma chamamos ao diálogo aqueles alunos mais avessos a participar, assim como aqueles com uma forma de pensar mais plástica e artística que conceptual e dialógica.

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Em seguida devemos procurar colocar algumas perguntas “certeiras”, i.e., perguntas fechadas (que peçam uma resposta sim ou não) e de âmbito concreto (acerca de um acontecimento ou de uma personagem da história) para que seja mais fácil às crianças entrarem no diálogo. Depois, à medida que as repostas vão surgindo, as ideias fluindo e a compreensão geral do grupo for aumentando, quando acharmos ser a altura certa colocamos algumas daquelas perguntas mais gerais e filosóficas que vimos em cima.

Aqui estão algumas das perguntas preparatórias (para esses temas e perguntas gerais) que usei nos diálogos com os meus alunos:

  • Quantas “pessoas” estão na capa do livro?
  • E agora (quando se transformam num círculo verde)?
  • Por que é que os pais não os reconheceram?
  • A amizade transformou o Azul e o Amarelo noutras pessoas?
  • Onde estão o Azul e o Amarelo?
  • Agora que ficaram verdes Azul e o Amarelo já não são a mesma pessoa?
  • Um corpo pode ser duas pessoas?
  • Dois corpos podem ser uma pessoa?

Perguntas fechadas como esta última (que pedem uma resposta Sim ou Não) são excelentes pontos de partida de um diálogo filosófico. Em primeiro lugar levam os alunos a tomarem uma posição clara, sendo depois mais fácil apresentarem razões para essa posição. Uma pergunta fechada também nos permite antever que seremos confrontados com uma de duas respostas (“Sim” ou “Não”), pelo que será mais fácil para nós prepararmos duas perguntas que problematizem cada uma dessas respostas.

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No caso de os alunos responderem que ainda são as mesmas pessoas, o “Azul” e o “Amarelo”, então mostramos-lhes a imagem em que os dois amigos estão verdes e perguntamos: “São azul e amarelo?”

Face a esta “evidência” de que não são azuis e amarelos, alguns alunos poderão reparar na diferença entre nomear algo de “Azul” ou “Amarelo” e ser de facto de cor azul e amarela. Outros poderão avançar alguns critérios para se ser uma pessoa, como “sentem emoções, pensam, têm pais, respiram”, etc. e adiantarão que não é preciso ter uma determinada cor para se ser pessoa e que uma mesma pessoa pode mudar de cor ao longo da vida. Aqui estaremos a caminhar com os nossos alunos em campos da lógica argumentativa nomeadamente no domínio das condições necessárias e suficientes para se ser pessoa, ou a mesma pessoa.

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Por outro lado, se os alunos responderem que “não são já a mesma pessoa” então poderemos perguntar “se os pais fizeram bem em os rejeitar?” Confrontados com esta terrível pergunta alguns alunos reconsiderarão a sua reposta, outros ficarão na dúvida suspendendo o juízo (“não sei”, “estou confusa”) e outros, ainda “morderão a bala” e, apesar das consequências aparentemente inaceitáveis do seu raciocínio, continuarão a achar que “já não são o Azul e o Amarelo, por isso deverão ir viver juntos”.

O que isto nos mostra é que, independentemente de concordarmos com as razões dos nossos alunos, de acharmos que deveriam ou não mudar de ideias em face das perguntas que lhes colocámos, o que é importante é verificar se os nossos alunos são capazes de ter consciência das consequências, implicações e possíveis contradições para que os seus próprios raciocínios apontam. Perceber isso mesmo e não ignorar as ideias que lhes são contrárias (o muito comum “é a minha opinião e pronto!”), mas sim respondendo em consonância com o problema que lhes é levantado é sinal de maturidade intelectual e é quase tudo o que lhes podemos pedir num diálogo: que tenham em consideração as ideias do outro e deixem que estas os contagiem e os modifiquem, mesmo que ligeiramente.

Além da riqueza filosófica por trás desta história os alunos também encontrarão bastantes oportunidades de mostrar e explorar os seus conhecimentos em áreas como o Português, a Formação Cívica, o Estudo do Meio, Expressões Artísticas, etc.

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Aqui está por que este livro é perfeito: duas manchas e uma pequena história dão-nos a possibilidade de “irmos por aí”, filosofando com os nossos alunos durante umas belas horas.

INVENTORES DE PALAVRAS

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GRANDE CONCURSO DE INVENÇÃO DE PALAVRAS

O objetivo desta aula é a invenção, pelos vários grupos, de várias palavras até aqui inexistentes, a atribuição de um significado a essas palavras e sua inserção em frases com sentido. No final a turma toda vota pela invenção mais interessante.

Desta forma pretendemos levar os nossos alunos a reflectirem sobre questões como a origem, a forma como são criadas, o seu sentido, o contexto e a necessidade de usarmos palavras na expressão das nossas ideias.

1.Cada grupo de 4/5 alunos deve inventar 3 palavras que ainda não existam.

2.Dão um significado a cada uma dessas palavras.

3.Constroem uma frase para cada uma dessas palavras.

4.Cada grupo escolhe a palavra mais interessante e justifica porque é a mais interessante. (os critérios de “interessante” podem ir de “a mais divertida”, à “mais estranha”, até “à mais necessária”.

5.Apresentação da palavra (e da frase) à turma.

6.Votação da melhor palavra.

Perguntas de continuidade

  1. Como surgiram as palavras?
  2. As palavras são descobertas ou inventadas?
  3. Qualquer pessoa pode inventar palavras?
  4. Existem mais palavras ou números?
  5. Podemos pensar sem palavras?

REAL OU IRREAL

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Nada como uma história fantástica, cheia de coisas difíceis de acreditar misturadas com outras um pouco menos inverosímeis, para captar a atenção dos nossos alunos e desperta-lhes a vontade de pensar.

Enquanto ouvem uma história as crianças fazem o mesmo que nós quando vemos uma série ou lemos um romance, desligam o “operador de cepticismo” dos seus cérebros permitindo que aconteça algo a que se costuma chamar de “suspensão da descrença”, ou seja, ao ouvirem uma história as crianças acreditam em tudo o que lhes é dito, ou pelo menos, agem e sentem como se acreditassem. É isto que faz com que riam do tropeção que o herói dá quando tenta impressionar os amigos, que se arrepiam com a chegada do monstro mesmo por trás da princesa e que choram quando percebem que o pai nunca mais vai voltar a ver os filhos.

Quando usamos histórias para dar início a uma sessão de filosofia instalamos, então uma tensão entre duas atitudes contraditórias: a da suspensão da descrença e a da suspeição da crença.

Por um lado, ao ouvir uma história interessa acreditar no que nos é dito, para que a história seja mais emocionante, para a sentir como se estivéssemos a vivê-la, por outras palavras, para que o nosso sistema límbico nos leve a emocionar-nos e a criar empatia com as personagens e com o seu destino.

Por outro lado, ao pensar sobre uma história interessa pôr em causa o que nos é dito, para sermos capazes de distinguir o verosímil do inverosímil, o verdadeiro do falso, o que devemos acreditar do que não devemos acreditar para, dessa forma racional, cultivarmos um saudável cepticismo que nos ajuda a pensar melhor e a lidar de forma mais eficaz com o mundo à nossa volta. Pensar sobre uma história é então trabalhar com áreas do cérebro mais dedicadas à análise lógica e racional da realidade.

Daniel Kahneman fala de duas formas diferentes de o cérebro criar ideias e crenças, o sistema 2 (lento) por oposição ao sistema 1 (rápido). Ao ouvirem uma história as crianças activam o sistema 1, ao pensarem sobre ela activam o sistema 2. Com este exercício, começando por uma história e, depois, pensando sobre os seus elementos reais e irreais, queremos dar sentido a essa tensão contraditória que falámos atrás, queremos trabalhar os sistemas lento e rápido dos nossos alunos.
Bem feita esta é uma sessão explosiva, mas os cérebros dos nossos alunos agradecerão. E eles também!

História: “A origem dos Rubis” (versão inglesa aqui).

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  1. Começamos por contar uma versão adaptada por nós do conto “A origem dos rubis”.
  2. No final pedimos aos alunos que se juntem em grupos pequenos e decidam que elementos desta história são Reais e que elementos são Irreais.
  3. Deixamos que eles mesmos encontrem e discutam entre si os critérios que consideram relevantes para considerar algo Real ou Irreal (que, pela minha experiência pode ir da morte de alguém, à impossibilidade da existência, passando pelo facto de nunca ninguém ter visto algo assim). O sumo da sessão está mesmo aqui na tentativa de os alunos perceberem por si o que queremos dizer com as palavras “Real e Irreal”. Uma aluna minha do 1º ano chegou mesmo a sugerir  que “nesta história tudo é irreal”.
  4. Para ajudá-los durante o diálogo desenhamos no quadro um diagrama de Venn em que num dos círculos escrevemos as coisas que os alunos consideram “Reais” e noutro as “Irreais”. Na área onde os círculos se interceptam colocamos as dúvidas que forem surgindo no diálogo, fruto das críticas, das perguntas, dos exemplos e contra-exemplos que os alunos forem avançando.
  5. É nessa zona de intercepção, a Zona da Dúvida, que acabarão por ficar as ideias mais polémicas do diálogo e temos aí bom material para mandar para TPP (trabalho para pensar, como diz a Joana Rita Sousa) para que levem a história para casa e continuem a pensar sobre ela com os pais e irmãos.

Nota: esta história permite uma sessão alternativa a partir da parte em que, no barco, a rainha/mãe diz ao filho para não levar os rubis consigo pois isso seria roubar.
Uma vez que o principe/filho não deu ouvidos à mãe e levou um rubi consigo basta colocarmos a questão “Ele roubou os rubis?” para dar início a uma interessante discussão acerca da diferença entre roubar uma coisa e encontrar uma coisa.

Um cientista, um filósofo e o papa entram num bar

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… e sentam-se a uma mesa.

Receita para uma aula verdadeiramente explosiva. Juntar os alunos em grupos de 4/5 alunos e propor-lhes as seguintes tarefa:

(cada grupo deve apresentar uma resposta justificada por escrito em 5 minutos).

Tarefa 1 – Vocês são um grupo de multimilionários que querem financiar um estudo gigantesco para descobrir, finalmente, se Deus Existe ou não.

Quem devem contratar para o vosso estudo?

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Tarefa 2: Vocês são um grupo de conselheiros do Presidente da Câmara que quer construir uma estrada por cima de uma igreja muito antiga e muito querida da população local. Se a estrada for construída a igreja terá de ser demolida.
Com quem se devem aconselhar para saber se devem construir a estrada?

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Tarefa 3: Vocês são pais de duas crianças birrentas de 6 e 8 anos e querem saber a melhor forma de as educar.

A quem se devem dirigir?

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Tarefa 4 – Vocês são um grupo de alunos que tem de apresentar o seguinte trabalho de investigação para a disciplina de projecto: Como será a humanidade daqui a 500 anos?

Quem terá melhores ideias para vos ajudar no vosso trabalho?

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Tarefa 5 – “Para os Kung, um povo do deserto do Kalahari, a vida só começa quando é dado um nome à criança. Quando nasce um bebé, a família não lhe dá de imediato um nome. Se decidirem não ficar com ele (seja devido a alguma deficiência ou por dificuldades económicas), matam-no. Desde que o façam antes da cerimónia em que lhe é dado o nome, isso não é considerado homicídio.” (in Homo Deus, p.213))

Com quem devem falar para saber se os Kung estão certos ou errados?

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Tarefa 6 – Vocês são juízes e querem saber se devem aplicar ou não a pena de morte a um assassino.

A quem devem perguntar o que devem fazer?

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Tarefa 7: És o presidente da câmara de uma cidade industrial em que as pessoas têm muito más condições de vida, o desemprego é elevado, há muita poluição, nenhum espaço verde. Tens a possibilidade de introduzir “químicos de felicidade” no abastecimento de água da tua cidade. Dessa forma as pessoas viveriam felizes apesar da vida que levam.

Com quem te deves aconselhar?

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Tarefas 8: A humanidade tem uma escolha a fazer. Continuar a evoluir tecnologicamente, estagnar e manter a tecnologia que tem neste momento ou regredir até ficar com a mesma tecnologia que tinha na idade da pedra.

A quem deves perguntar o que fazer?

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Tarefa 9: Estás indeciso quanto ao rumo a dar à tua vida. Acabaste o secundário e não sabes se deves procurar entrar na Universidade, se deves tirar um ano para viajar pelo mundo ou se deves arranjar um emprego.

Quem te pode dar os melhores conselhos.

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Tarefa 10 – Uma das grandes questões que ainda ninguém conseguiu responder é a de saber se o “infinito” existe mesmo?

Quem te pode ajudar a resolver esta questão?

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Tarefa 11 – Muitas pessoas acreditam que é errado comer carne de animais pois isso causa sofrimento desnecessário. Muitas pessoas acreditam que não é errado pois os humanos sempre comeram carne de animais.

A quem devem perguntar se é errado comer carne de animais ou não?

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