Quem sou eu? – Jogos para Pensar

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Mais jogos para pensar em Filojogos.

 

Este é um divertido jogo para as primeiras aulas de Filosofia com Crianças acerca do conhecimento do outro

Parte I – Saber quem é
Objetivos – conhecer o outro; conhecer as “regras da filosofia”; falar à vez; ouvir o outro; fazer inferências correctas; aprender com o outro e interessar-se por ele; diálogo entre os alunos.

O jogo – inspirado no “jogo do toque” em que uma criança com os olhos vendados deve identificar outra pelo tacto. Neste “Filojogo” não há venda mas o aluno pode fazer três (ou cinco, dependendo da idade) perguntas que permitam identificar outro aluno previamente escolhido pelo professor. As perguntas são respondidas “à vez” pelos seus colegas. Desta forma estamos a incentivar o diálogo entre os alunos sem a intermediação do professor, algo para onde queremos caminhar nos nossos diálogos ao longo do ano. Desta forma os alunos vão afinando as perguntas que permitam identificar o seu amigo.

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Parte II- Conhecer quem é

Objectivos – reflectir sobre a diferença entre “saber quem é alguém” e “conhecer alguém”; pensar sobre o que é preciso (condição necessária) e o que basta (condição suficiente) para conhecer o outro.

O jogo – começamos por perguntar qual a diferença entre “saber que é alguém” e “conhecer alguém”; voltamos a jogar o jogo anterior “saber quem é”, ou simples mente recuperamos as perguntas que foram feitas e uma a uma, vamos percorrendo as várias perguntas e procuramos identificar com os alunos as que “são precisas para conhecer o outro”, as que “não são precisas para conhecer o outro” e as que “bastam para conhecer o outro”. Para facilitar a tarefa podemos escrever no lado esquerdo do quadro  as perguntas que “são precisas” (necessárias), no direito as que “não são precisas” (não necessárias) e no meio as que “bastam” (suficientes). Em princípio será muito difícil preencher o espaço do meio para as condições suficientes para o conhecimento do outro e o lado esquerdo (as condições necessárias) deverá ser o mais preenchido.
Com esta lista de perguntas necessárias para se conhecer o outro poderemos propor ao grupo um exercício de hierarquização dessas mesmas perguntas: quais as perguntas mais importantes e as menos importantes para se conhecer o outro?

Este exercício pode levar a uma pergunta que seguramente nos levará a um interessante diálogo com os nossos alunos. Podemos colocá-la no final da sessão ou então deixamos para a sessão seguinte onde a aprofundaremos com mais tempo:

  • É possível conhecermos MESMO o outro?
    (ao colocarmos o pronome “mesmo” damos ênfase aquilo que queremos perguntar, a um tipo de conhecimento “mais profundo” que o simples “saber quem é)

 

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