O MUNDO AO CONTRÁRIO

daft bat

Não terá sido bem nisto que Thomas Nagel pensou quando perguntou “como seria ser um morcego”?, mas este pequeno livro pode levar os nossos alunos tentarem ver o mundo como um morcego e, dessa forma, talvez perceberem que existem vários pontos de vista sobre o mundo e, provavelmente, nenhum estará mais certo que o outro. E isto, sair do seu ponto de vista único e tentar compreender o mundo como os outros o compreendem, é um passo fundamental para nos tornarmos melhores filósofos e, já agora, melhores pessoas.

Resumo da história: um morcego recém chegado à floresta vê o mundo de forma diferente dos outros habitantes que, por isso mesmo o acham estranho e um pouco tolo (“daft”). Só quando tentam ver o mundo como o morcego (de pernas para o ar) é que finalmente percebem que eles é que estavam a ser “tolos” e que a mesma realidade pode ser vista de muitos pontos diferentes.

Uma boa pergunta para iniciar um debate sobre estes temas é a seguinte:

  • Quem vê o mundo de forma correcta? Nós ou os morcegos?

Outras perguntas subsidiárias desta podem ser:

  • Se perguntássemos a um morcego quem vê bem o mundo o que ele responderia?
  • Quem decide qual a forma correcta de ver o mundo?
  • O mundo tem cima e baixo? (esquerda e direita, etc.)
  • Há alguma coisa que esteja mesmo “ao contrário”?

No Porto este livro encontra-se disponível para requisitar na Biblioteca Almeida Garrett (apenas em inglês)

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